Foi Na Estrada que a minha vida mudou – como viajar e fazer parte do projeto mudou nossas vidas

Foi Na Estrada que a minha vida mudou – como viajar e fazer parte do projeto mudou nossas vidas

Quando fomos convidadas a fazer parte do projeto ‘Na Estrada com as Minas’, já tínhamos algo em comum: o amor por viagem. Mas o que a gente não esperava é que viria muito mais pela frente: hoje, muito além de um blog de viagens, somos uma rede de mulheres que se apoiam, se fortalecem e descobrem juntas que o mundo pertence a elas. Esse mês é especial para nós: depois de um ano de Estrada, nossas colaboradoras contam o que significa para elas fazer parte desse projeto.

 

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Amanda: Eu já sou apaixonada por viajar há algum tempo. Aprendi muito na estrada, cresci como pessoa, descobri que sou mais corajosa do que imaginava, fiz descobertas incríveis e guardo memórias que fazem parte do que sou hoje. O convite para estar nesse projeto veio primeiro como uma forma de estar envolvida com o assunto, mas hoje é muito mais do que isso: é uma parte fundamental da minha vida. Desde buscar conteúdo interessante para nossas leitoras até estar presente nos passeios e descobrir lugares novos na nossa própria cidade, tudo isso tem sido uma grande aventura para mim. E fazendo parte da equipe do ‘Na Estrada com as Minas’, ainda descobri uma nova paixão que nunca imaginei ter: escrever. Que venham muitos anos desse projeto maravilhoso!

 

Bruna: Quando a Camila me falou dessa ideia pela primeira vez, eu já tinha adorado, mas ainda não era o momento. Daí, um tempo depois, vi que ela estava procurando ajuda para levar o projeto adiante e fui logo dizer que eu queria muito participar. Confesso que não levei totalmente a sério no início, não fui aos primeiros passeios e reuniões por ter outros afazeres pessoais, por exemplo. Mas logo comecei a entender que o ‘Na Estrada com as Minas’ era muito mais que só mais um blog, e isso se tornou uma das minhas prioridades. Ao longo desse ano, ganhei cinco amigas incríveis (além de companheiras de viagens e aventuras), conheci lugares maravilhosos e vivi experiências inesquecíveis. Deixei de fazer algumas coisas porque não queria perder o passeio da semana, ou porque a reunião daquele mês seria importante. E todo esforço foi recompensador! Mesmo quando o post atrasava, ou quando as fotos não carregavam… No final, eu me sentia – e ainda sinto – feliz por ter participado de tudo isso. Eu vejo um potencial gigante no nosso projeto, e, hoje em dia, ser uma das Minas já faz parte de mim. Por isso, não apenas espero que o ‘Na Estrada nas Minas’ cresça cada vez mais, mas quero ser parte desse crescimento o quanto for possível!

 

Luiza: Fazer parte do projeto ‘Na Estrada com as Minas’ definitivamente mudou minha vida. Desde o começo, por lidar com mulheres tão diferentes, mas que ao mesmo tempo me ensinam muitas coisas que não sabia que teria como aprender. Tive oportunidade de viajar para lugares que achei que não iria conhecer tão cedo por falta de grana… o projeto abriu portas para eu continuar sendo a viajante sola que eu sempre quis ser e que inspira outras mulheres a cair na estrada também. Tenho muito orgulho de fazer parte do Blog, que venham mais anos, e que nossa equipe continue sendo tão maravilhosa como é hoje. Obrigada por tudo meninas, vocês moram no meu ❤

 

Marina: Definitivamente, tudo que eu sou hoje, como pessoa, eu devo às minhas viagens. Viajar me fez crescer, me fez abandonar a timidez, aprender a respeitar culturas diferentes, aprender a me virar sozinha em situações diversas, me fez uma pessoa mais rica, só que de culturas e experiências. Viajar me fez uma pessoa melhor. Mas, principalmente, me fez ter orgulho de ser mulher e fazer tudo que que eu acho que uma mulher deve fazer. Participar do projeto Na Estrada com as Minas é ter a oportunidade de compartilhar toda essa bagagem de experiências como mulher viajante e encorajar tantas outras, algo que tem me realizado a cada dia que vejo uma leitora satisfeita e agradecida com o nosso conteúdo. Espero que o ‘Na Estrada com as Minas’ possa mudar e inspirar a vida de outras mulheres, assim como a minha.

 

Raquel: Adoro viajar, mas admito que não viajo tanto quanto gostaria, acaba que a falta de grana e priorizar outras coisas me fazem viajar uma vez por ano, quando vou ao congresso da minha área de pesquisa e assim conheço alguns lugares do Brasil. Me interessei por entrar no projeto nem tanto na vibe de viagem, acho que sou a menos viajada das minas, mas pela ideia dos passeios e de mostrar um Rio de Janeiro além do cliché. Acaba que os turistas, e mesmo muito morador do Rio, só conhecem o Rio de Janeiro zona sul, no máximo a Lapa. Como favelada, suburbana, moradora da baixada, eu sempre me desloquei muito pra ir nos roles, mas de uns tempos pra cá comecei a me incomodar um pouco com como a gente explora pouco a zona norte, a baixada, a zona oeste, e comecei a fazer o caminho de volta. Acho que ainda podemos enquanto projeto melhorar muito isso, mas acho que já caminhamos bastante nesse sentido, de mostrar um Rio pouco conhecido. Um dos momentos mais significantes pra mim nesse 1 ano foi quando fizemos o circuito de herança africana. Muitos daqueles espaços eu já conhecia, mas passar por eles junto de outras mulheres pretas, refletindo sobre o que foi o processo de escravização do povo preto no Brasil e o quanto isso marca nossas vidas até hoje, foi indescritivelmente forte. E ver como todos que foram com a gente estavam interessados, participando, foi realmente lindo. Acredito ter sido o ponto em que mais mudou na nossa vida nesse 1 ano, a oportunidade de conhecer tantas histórias diferentes e pessoas diferentes, trocar com essas pessoas, construir amizades e fortalecer relações com tantas manas.




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Mulheres tão particulares, com um único objetivo em comum, viver as melhores (e maiores) aventuras já vistas. Juntas ou sozinhas, nós queremos é viver! E compartilhar nossas experiências para que possamos inspirar cada vez mais, outras mulheres.



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